Estrutura do projeto

Pilares

A intervenção organiza-se em sete pilares complementares, que integram conhecimento técnico, capacitação, gestão ativa, conservação, sensibilização e coordenação estratégica.

01 Recolhemos conhecimento Planeamento, dados técnicos, bases WebGIS e ações preparatórias para apoiar decisões de conservação. Conhecimento técnico
  • A1 — Planeamento operacional preparatório para ações de conservação
    • A1.1 — Planeamento técnico / planos operacionais
    • A1.2 — Procedimentos de licenciamento
    • A1.3 — Envolvimento das partes interessadas
  • A2 — Criação de uma base de dados WebGIS integrada para a Rede Natura 2000 terrestre dos Açores
  • A3 — Criação de uma base de dados WebGIS integrada para a Rede Natura 2000 marinha dos Açores
  • A4 — Ações preparatórias pós-projeto
    • A4.1 — Sítios, áreas, espécies e habitats terrestres da Rede Natura 2000
    • A4.2 — Sítios, áreas, espécies e habitats marinhos da Rede Natura 2000
    • A4.3 — Revisão do PAF
  • C3.1 — Conservação ex situ
  • C7 — Avaliação da distribuição e do estado de conservação de Nyctalus azoreum
02 Capacitamos Reforço de competências internas e externas para melhorar a execução, gestão e continuidade das ações. Capacitação
  • C2.1 — Capacitação interna
  • C2.2 — Capacitação externa
03 Gerimos — conservação marinha Ações orientadas para habitats, espécies, atividades humanas e gestão sustentável das áreas marinhas. Meio marinho
  • C1.1 — Ilhéu do Topo, São Jorge
  • C6.1 — Restauro do habitat de aves marinhas
  • C6.2 — Sistema de monitorização de baixo custo para aves marinhas em colónias remotas
  • C9 — Restauro de espécies costeiras e marinhas
  • C10.1 — Minimização do impacto do lixo marinho em habitats costeiros marinhos
  • C10.2 — Gestão do habitat costeiro 1170, recifes costeiros
  • C10.3 — Garantia da representatividade ecológica da Rede Natura 2000 marinha offshore
  • C12 — Implementação de uma Estratégia Regional para a prevenção e controlo de espécies exóticas invasoras marinhas
  • C14.3 — Minimização dos impactos negativos das atividades de observação de cetáceos e mergulho em áreas da Rede Natura 2000
  • C15.2 — Regulação da exploração da lagosta
  • C15.3 — Promoção do uso de linhas de pesca biodegradáveis
  • D5.2 — Monitorização de habitats marinhos, espécies e problemas de conservação
04 Gerimos — conservação terrestre Intervenções em habitats terrestres, corredores ecológicos, linhas de água e controlo de espécies invasoras. Meio terrestre
  • C1 — Compra de terrenos privados
  • C4.1 — Boas práticas para a conservação terrestre
  • C4.2 — Projeto-piloto para a implementação de corredores ecológicos
  • C4.3 — Restauro de linhas de água em habitats macaronésicos
  • C5 — Implementação de ações integradas de conservação de habitats prioritários para Pyrrhula murina
  • C8.1 — Controlo e erradicação de espécies vegetais exóticas invasoras em habitats terrestres restaurados
  • C8.2 — Controlo e erradicação de espécies animais exóticas invasoras em habitats terrestres restaurados
  • C11 — Conceção, ensaio e avaliação de modelos operacionais piloto de prevenção, alerta precoce e resposta rápida a espécies invasoras em ilhas
05 Integramos Articulação da Rede Natura 2000 com agricultura, turismo, pescas, transporte marítimo e outras atividades estratégicas. Integração setorial
  • C13.1 — Integração das políticas da Rede Natura 2000 com a agricultura
  • C13.2 — Minimização dos impactos negativos da agricultura na Rede Natura 2000
  • C14.1 — Avaliação integrada e mitigação dos impactos negativos do turismo nos Trilhos da Natureza dos Açores, Rede Natura 2000
  • C14.2 — Minimização do impacto do turismo nos trilhos de acesso ao Pico da Vara
  • C14.3 — Minimização dos impactos negativos das atividades de observação de cetáceos e mergulho na Rede Natura 2000
  • C15.1 — Apoio técnico aos fundos FEAMP para a pesca e assuntos marítimos
  • C16 — Integração das políticas da Rede Natura 2000 com o transporte marítimo
06 Divulgamos, participamos e sensibilizamos Comunicação, educação ambiental, envolvimento público, voluntariado e partilha de conhecimento. Comunicação
  • E1 — Plano de comunicação do projeto
  • E2 — Disseminação, transferibilidade e replicabilidade das ações inovadoras/demonstrativas do projeto
  • E3 — Networking com outros projetos LIFE e/ou não LIFE
  • E4 — Programa de educação ambiental
  • E5 — Programa de envolvimento do público e voluntariado
07 Coordenamos Monitorização, avaliação de impacto, gestão global do projeto e articulação com partes interessadas. Coordenação
  • D1 — Monitorização do impacto do projeto nos indicadores de desempenho do LIFE I
  • D2 — Monitorização da contribuição do projeto para a implementação do PAF
  • D3 — Monitorização do impacto socioeconómico do projeto
  • D4 — Monitorização dos efeitos do projeto nos serviços dos ecossistemas
  • F1 — Gestão global do projeto
  • F2 — Execução regular das fases / planeamento e monitorização do progresso do projeto
  • F3 — Grupo de trabalho para coordenação dos fundos complementares
  • F4 — Partes interessadas e Conselho Consultivo
  • F5 — Plano After-LIFE